DOCUMENTÁRIO – GRACE JONES

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Grace Jones: modelo, cantora e atriz

A FORÇA DE UMA ICONOCLASTA

A jamaicana Grace Beverly Jones comecou sua fabulosa carreira primeiro como modelo no final dos anos 1960. Neste 50 anos de atuação artística esta talentosa septuagenária gravou músicas que estouraram nas paradas de sucesso ao redor do planeta e também trabalhou como atriz.

Na longínqua década dos anos 1970, mais precisamente no auge da Disco Music, Grace Jones assinou um contrato com a gravadora Island Records e estourou nas paradas de sucesso com o album “Fame” gravado em 1978. Nesta mesma época tornou-se também uma habitue regular na famosa casa Studio 54, a discoteca mais badalada nas noites novaiorquinas.

Grace Jones agraciou as capas das famosas revistas Elle e Vogue numa época onde oportunidades para modelos negras era uma raridade. Ela atuou em filmes que marcaram uma época ao lado dos ícones cinematográficos de Hollywood. Entre eles estão: Roger Moore, Eddie Murphy, e Arnold Shwazzenegger.

No excelente documentário “Grace Jones Bloodlight and Bami”, dirigido por Sophie Fiennes, conhecemos muito mais não sobre a iconoclasta e artista, mas sim sobre a avó, a filha e irmã. Em outras palavaras, o filme revela um outro lado da “exótica” mulher negra que hipnotizou o planeta como modelo, cantora ou simplesmente atriz.

O documentário não pode ser considerado simplesmente uma retrospectiva da vida artística de Grace Jones, nem tão pouco um filme sobre sua importância cultural nos últimos 50 anos.

A diretora fez questáo de acompanhar Grace Jones por mais de 15 anos observando-a dentro e fora dos palcos.  Sophie Fiennes mostra a ícone junto a familiares na Jamaica, dançando em clubes e gravando o álbum “hurricane” em 2008.

Qualquer questão cronológica foi deixada de lado pela diretora. Por causa disto fica a critério do expectador tentar advinhar a época ou o local onde o shows estão acontecendo.

com explêndidas tomadas, Sophie Fiennes mostra o que Grace Jones sempre foi, ou seja, um símbolo sexual de muita força sempre a espreita para defender-se ou dar o seu bote se for preciso.

Grace Jones: Bloodlight and Bami

 

ROUPARIA COM MUITA CLASSE

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Tradicional rouparia na equina da rua 44 com a avendia Madison em Nova York

Nenhuma marca de roupas está tão relacionda com a história de elegância nos Estados Unidos como a tradicional rouparia Brooks Brothers. Entre seus aficionados estavam os presidentes Abraham Lincoln, John Fitzgerald Kennedy, e o artista Andy Warhol. O ex presidente Barack Hussein Obama é fã incondicional desta marca.

Os personagens da famosa era do Jazz no início dos século XX adoravam vestir a camisa branca de manga comprida. Nos anos 1980, a famosa década dos excessos e opulência, o psicopata Americano, Patrick Baterman, personagem do livro American Psycho do escritor Easton Ellis, adorava vestir os ternos desta famosa rouparia.

Para celebrar os 200 anos de sua existência a loja publicou recentemente o livro: “Brooks Brothers – 200 years of American Style” pela editora Rizzolli.

Brooks Brothers 200 years

Num mundo onde a moda atual é vestir calças rasgadas e ou mostrar as cuecas e consequentemente os fundilhos, talvez a verdadeira rebeldia ainda esteja num terno cor de pele de tubarão, uma camisa branca de manga comprida e uma discreta gravata. Tudo isto é claro da rouparia Brooks Brothers!