EGITO ANTIGO – GRANDE DESCOBERTA.

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Recente descoberta de uma tumba de 4,400 anos do antigo Egito.

No final de 2018, arqueologistas no Egito descobriram a tumba de um sacerdote egípcio datada de mais de 4 mil anos. Esta tumba foi descoberta em Saqqara, uma cidade ao sul de Cairo onde se encontra uma vasta necrópole datada dos tempos do Egito antigo.

A descoberta é a  do reinado de Neferirkare Kakai, o 3o rei da 5a dinastia do Egito antigo. A 5a dinastia reinou por um pouco menos de 200 anos, desde 2500 anos BC ate 2350 BC, de acordo com as informações disponibilizadas pelo museu Metropolitano da cidade de Nova York.

Com 15 metro de altura e 10 de comprimento, a tumba estava sendo escavada desde novembro. As paredes estão decoradas com hieroglifos coloridos juntamente com estátuas de faraós e desenhos do sacerdote e sua família colocados na tumba.

Old Egypt tomb

Fotografando a grande descoberta egipcia em Dezembro de 2018.

Milhares de anos atrás, Saqquara Kakai, onde a tumba foi encontrada, cujo local se encontra a celebrada pirâmide Step, estava localizado o cemitério de Memphis, a capital do antigo Egito – uma necrópole.

Nos tempos modernos enquanto os arqueologistas tratavam de trazer os mortos da cidade para a luz do dia, tornou-se então uma atração turística com milhares de pessoas admirando as famosas pirâmides e o que sobrou de um maravilhoso mundo antigo. Entretanto, os turistas desapareceram logo depois dos grandes tumultos de 2011 contra o então presidente Hosni Mubarak. Problemas políticos, as bombas e os ataques terroristas que se seguiram tornaram o Egito um destino pouco atraente para o turismo mundial.

Com esta mais nova descoberta as autoridades locais esperam finalmente clarear a imagem do país como um novo destino turístico/NYT

METRÔ – PULANDO A CATRACA

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Linha 7 (Lilás) que faz o trajeto Flushing (Queens) ate Hudson Yards (Manhattan)

O sistema de Metrô de Nova York com suas várias conexões e interligações com ônibus e  com os trens suburbanos é considerado um dos mais importantes do planeta. O sistema conta com mais de 20 linhas que cruzam a ilha de Manhattan e os bairros adjacentes. O Metrô conta também com mais de 400 kilômetros e mais de 450 estações. Juntamente com o Metrô parisiense e o londrino, o de Nova York é um dos mais velhos com mais de 100 anos de rodagem.

Servindo os 4 principais bairros da cidade (Brooklyn, Bronx, Manhattan e Queens), o Metropolitano transporta mais de 5 milhões de passageiros diáriamente. Diferentemente do Metrô europeu, o de Nova York funciona 24 horas. A pequena ilha de Staten Island não tem acesso ao Metropolino, mas está bem servida por um serviço de balsa, trens e ônibus.

É verdade que no quesito limpeza o Metrô de Nova York poderia melhorar e muito. Além dos sem tetos que usam os vagões para dormirem e muitas das estações como moradia, mais um problema vem ajudando para a deteriorização do sistema de transporte na cidade, pular a catraca.

Estudos recentes feito pelo próprio Metropolitano apontam que mais de meio milhão de usuários entre o ônibus e o Metrô deixaram de pagar a passagem o ano passado. O preço de um bilhete ida e volta sai por volta de US$5.50. Por causa desta evasão o Metropolitano deixou de arrecadar mais de US$200 milhões em receitas em 2018.

Segundo o presidente e expatriado Londrino, Andy Byford, “Este é um enorme problema”. Atualmente o Metropolitano enfrenta um rombo de aproximadamente US$1 bilhão até 2021.

Andy Byford

Andy Byford presidente do Metropolitano da cidade de Nova York.

O problema com a evasão das passagens tornou-se mais agudo depois que o departamento de polícia (NYPD em inglês) abandonou a política de multar as pessoas que pulam as catracas. Este programa vigorou por mais de 20 anos e foi durante as administrações dos ex prefeitos Rudolph Giuliani e Michael Blomberg que o Metropolitano ganhou mais passageiros e seus serviços ficaram melhores.

Esta política conhecida popularmente como “política da janela quebrada” (Broken Window Policy em inglês) foi abandonada porque segundo os defensores criminais públicos (public defender em inglês)  ela era injusta com as minorias mais pobres da cidade que se tornavam alvo da ação mais truculenta da polícia. O prefeito em conjunto com o governador do estado estudam um programa alternativo para as pessoas com renda mais baixa pagarem seus bilhetes.

A MTA, a agência que cuida do transporte público na cidade, mas que na verdade é controlada pelo governador do estado, começou uma parceria com a cidade criando equipes contra pular a catraca.

A esperança do atual presidente do Metropolitano é que com esta nova parceria aqueles que costumeiramente pulam as catracas agora pensem duas vezes por causa da presença tanto da polícia como dos funcionários nas estações./NYT