ESTANTE LITERÁRIA – O MITO DE UMA MENTE BRILHANTE.

Charles Darwin - Victorian Mythmaker

A grande contribuição do britânico Charles Darvwin (1809-1882), autor do livro A Origem das Espécies, fonte de inúmeros estudos e discussões desde sua publicação no meio do século XIX, foi a idéia de que a natureza se encarrega de selecionar os mais fortes para sobrevivência. Foi uma pena que a idéia propagada por ele já tinha sido defendida por estudiosos antes. Portanto, nada de original havia na sua tese.

De acordo com o novo livro “Charles Darwin: Victorian Mythmaker” do também britâncio A.N. Wilson, sua teoria da evolução há muito tempo foi desbancada científicamente.

“Confissão de um crime” foram estas as palavras usadas por Charles Darwin ao falar a um amigo sobre  seu magnus opus que ainda hoje continua sendo uma das principais referências científica para os estudiosos da natureza humana. O livro pode servir também como  uma referência ao papel britânico em sua dominação mundial a outros países. Inclusive o papel britâncio como um dos lideres, se não o principal lider em colonizar e escravizar povos africanos.

O livro desmistifica a visão mundial atrelada ao naturalista britâncio. Segundo o biográfo, a teoria de seleção natural defendida por Charles Darwin já tinha sido publicada antes e defendida por muitos científicamente.

“Charles Darwin: Victorian Mythmaker” usa bastante as correspondências publicadas pelo naturalista. Segundo A. N. Wilson, Charles Darwin tomou suas idéias de amigos sem dar-lhes o devido agradecimento e reconhecimento. Ele também costumava obrigar amigos a defendê-lo em público ao mesmo tempo que entrava para uma confortavél vida de proprietário vivendo ao lado da sempre tolerante esposa que ele tratava desdenhosamente como se ela fora uma “mammy”. Clara referência as amas de leite negras dos tempos da escravidão.

Par A.N. Wilson,  Charles Darwin era um pessoa bastante rabugenta. Estúpido demais para aprender até mesmo uma outra língua, apesar de bastante curioso para perceber uma boa idéia científica, e ao mesmo tempo roubá-la de alheios.

O livro deixa bem claro que para aqueles que realmente nao Conheciam Charles Darwin  ele não passava de um manipulador com a intenção única de apropriar-se de descobertas científicas que na verdade não lhe pertenciam.

Sentado numa pilha de dinheiro herdada da companhia do seu avô, como um “bom” britânico acreditava num mundo no qual a riqueza prospera e a pobreza desaparece.

O autor acredita que Charles Darwin nada mais era do que uma cobra no jardim cultural histórico, um corruptor de mentes que merece ser visto por aquilo que ele sempre foi. Em outras palavras, uma simples nota de rodapé na história da ciência.

Chales Darwin: Victorian Mythmaker

A.N. Wilson

Editora – Harper – 438 páginas – US$32.50

 

 

 

 

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